Um youtuber decidiu pôr à prova o seu Tesla Model S, com 235 mil quilómetros feitos, e descobriu que a degradação da capacidade das suas baterias, e consequentemente a autonomia, pouco mais é que residual.

Um dos principais fatores que afasta os compradores dos carros elétricos é a sua autonomia reduzida (em comparação com carros de combustão interna) e os seus tempos de carga.

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Mas existe ainda outro fator de afastamento: a possível degradação das baterias. Se é uma dessas pessoas, convidamo-lo a ver o vídeo abaixo:

YouTube Video

Resultados

Como é possível ver no vídeo, o youtuber Branden Flasch decidiu pôr o seu Tesla Model S 70D à prova, sobretudo, com intuito de verificar se o seu carro ainda mantinha a autonomia original. Como? através de um teste em condições reais.

O Youtuber fez um trajeto à volta da cidade norte-americana de Phoenix, que, segundo o mesmo, contou com poucos desníveis. Resultados: dos 99% de bateria até aos 0%, conseguiu percorrer 335 km; usou um total de 63.98 KWh; e, aos 50% de bateria, já tinha completado 160 km.

Este teste foi realizado num dia cuja temperatura foi de 24 graus celsius, a uma velocidade média de 106 Km/h
Este teste foi realizado num dia cuja temperatura foi de 24 graus celsius, a uma velocidade média de 106 Km/h, e com 235 mil quilómetros no hodómetro

Relembramos que esta unidade, em particular, tinha sido comprado em 2015, quando já contava com 235 mil quilómetros. Até este momento, o carro já somava um total de 1014 ciclos de carga.

Quanto à autonomia de fábrica anunciada para este modelo, é de 386 km.

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Perante este quadro, tal significa que, a unidade de Flasch mantém cerca de 83% da capacidade original de bateria. O que também significa uma perda anual média de 3,4%, num Tesla Model S, que, relembramos, tem já 235 mil quilómetros.

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